Ulan Bator, 14 jun (Xinhua) -- O presidente da Mongólia, Ukhnaa Khurelsukh, reuniu-se no sábado com Wang Yi, membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China e ministro das Relações Exteriores da China.
Durante a reunião, Khurelsukh afirmou que a relação Mongólia-China se tornou um modelo para as relações interestatais na região.
Os dois países têm respeitado consistentemente a independência, a soberania e a integridade territorial um do outro, ao mesmo tempo que aprofundam a cooperação mutuamente benéfica em diversos setores, disse ele, indicando que o comércio bilateral deve atingir US$ 20 bilhões este ano.
Descrevendo a China como um bom vizinho da Mongólia, Khurelsukh afirmou que desenvolver relações amistosas com a China é uma prioridade máxima da política externa da Mongólia.
Khurelsukh disse que a Mongólia está comprometida com o princípio de Uma Só China, considerando Taiwan como uma parte inalienável do território chinês, e se opõe a qualquer forma de atividade de "independência de Taiwan". Também considera assuntos relacionados a Hong Kong, Xizang e Xinjiang como assuntos internos da China. A Mongólia não fará nada que prejudique os interesses da China, independentemente de suas relações com outros países.
Ele também observou que a Mongólia está disposta a fortalecer a cooperação com a China em assuntos regionais e internacionais.
Por sua vez, Wang disse que a China sempre colocou as relações China-Mongólia em um lugar importante em sua diplomacia de vizinhança, indicando que a China tem tanto a vontade quanto a capacidade de ser um vizinho em quem a Mongólia pode confiar, um amigo confiável e um parceiro para acelerar seu desenvolvimento.
Wang reafirmou o respeito da China pela independência, soberania e integridade territorial da Mongólia, bem como pelo caminho de desenvolvimento que a Mongólia escolheu para si mesma.
Ele expressou a disposição para trabalhar mais estreitamente com a Mongólia para alinhar as estratégias de desenvolvimento, aproveitar todo o potencial da cooperação bilateral, promover a colaboração existente em áreas como conectividade, energia e recursos minerais, comércio e investimento, e criar novos motores de crescimento para a cooperação em minerais-chave, desenvolvimento verde, economia digital e outros campos emergentes.


