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Brasil registra 1.672 publicações na American Chemical Society

19 de abril de 20262 min de leitura
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Brasil registra 1.672 publicações na American Chemical Society

Pesquisadores brasileiros foram responsáveis por 1.672 publicações em veículos da American Chemical Society (ACS). O número disparou a partir de assinatura de acordo pelo qual a CAPES/MEC começou a custear as taxas para cientistas do país divulgarem seus artigos pela editora, uma das maiores e mais relevantes da ciência mundial.

Registrada ao longo de 2025, a quantidade supera a de países como Reino Unido, Canadá, França e Espanha. E quadruplica o número de publicações por brasileiros registradas em 2023: 400. A parceria entre a agência e a ACS começou em 2024.

“Essa é a maior prova de que a ciência nacional tem, sim, muita qualidade e que não publicávamos nesse quantitativo porque os pesquisadores precisam muitas vezes optar por comprar insumos para o laboratório ou pagar os custos de publicação em revistas importantes”, disse a presidente da CAPES, Denise Pires de Carvalho.

Os dados foram apresentados pela dirigente na quarta-feira (8), no II Congresso de Fisiologia do Exercício, Nutrição e Reabilitação, ocorrido na Universidade Federal do Piauí (UFPI).

A ACS foi a primeira editora com a qual a CAPES assinou um acordo transformativo, em que a agência passa a pagar não só pelo acesso à leitura de artigos, mas também pela publicação de trabalhos de brasileiros. O objetivo é assegurar uma produção internacional sem que pesquisadores e instituições precisem arcar com os custos.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).
(Brasília – Redação ASCOM/CAPES)
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